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GIRL POWER!

11 de ago de 2016
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Parece que a indústria da música está começando a perceber que o machismo não será mais comprado pelo povo, que as mulheres não ficarão mais caladas, principalmente depois da impopularidade e repúdio (merecido) que o cantor Biel teve nas redes sociais após um assédio contra uma jornalista, seguido de um pedido de desculpas esfarrapado e uma apresentação utilizando as mesmas palavras ofensivas com toda naturalidade. Isso não será mais tolerado. Espero que a mensagem tenha sido clara.

Esse blog é sobre música, mas não posso deixar de mencionar rapidamente sobre as olimpíadas que estão ocorrendo. Logo na abertura, percebemos que seria diferente: teve empoderamento negro e feminino sim, não adianta reclamar. Aliás, quem também sentiu arrepios quando a Karol Conka  e Mc Soffia entraram em cena, com todo aquele poder? Foi lindo demais. Assim como todas as mulheres maravilhosas que estavam ali presente. E isso foi apenas o início. Marta mostrou que se você jogar bola feito mulher você vence. Rafaela Silva mostrou que se lutar feito mulher você vence. A ginasta Oksana Chusovitina, aos 41, mostrou que essa história de subestimar mulheres por conta da idade é no mínimo ridículo. Yusra Mardini nos emocionou com sua história. Para quem não sabe, ela escapou da guerra síria nadando. Elas deixaram a mensagem bem clara.

Ontem conheci uma artista, maravilhosa e empoderada que me senti na obrigação de postar aqui pois me apaixonei mesmo. Estou falando da talentosa e encantadora Iza, que possui referências como Beyoncé e Rihanna, e uma voz que me deixa sem palavras. Conheça o trabalho dela e tirem suas próprias conclusões:


Já prevejo um sucesso tremendo na vida dela. Com esse talento todo, não tem como ser diferente disso. Maravilhosa, né? Tinha que ser MULHER.

Meu primeiro cover no youtube!

5 de ago de 2016
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Há mais ou menos um mês e meio postei pela primeira vez um cover no youtube! Estava segurando a postagem do mesmo aqui nesse blog para a mudança de layout, mas conforme dito no último post, não consegui me segurar. A necessidade de retomar com as postagens no blog falou mais alto.

O cover em questão é da música You Know I'm No Good, da Amy Winehouse (RIP), feito com uma pegada diferente da original, uma vez que o intuito jamais era copiar e sim homenagear com um pouco da minha personalidade na interpretação. Considerando que foi a minha primeira vez em frente das câmeras para gravar uma música, o que foi um exercício incrível para vencer a timidez, me surpreendi positivamente com o resultado!



Já estou trabalhando no próximo, e caso vocês queiram me acompanhar nessa nova jornada no youtube inscrevam-se no canal! Foi uma alegria enorme ter essa experiência, espero que vocês gostem desse vídeo assim como eu gostei de fazê-lo. Espero crescer e melhorar cada vez mais pois é isso que me faz feliz.


Esse post é muito especial para mim, realizar este sonho de começar a gravar covers foi esperado por muito tempo! Quem sabe futuramente eu poste músicas autorais também...

ESTAMOS DE VOLTA!

4 de ago de 2016
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Com muito pesar tive que me ausentar desse blog que sempre significou muito para mim. Sim, quase dois anos de ausência e isso me fez muito mal. Postar aqui sempre foi uma terapia para mim, pois realmente amo música e escrever sobre o assunto me mantém viva. Música sempre foi a minha paixão e tenho certeza que ela está em grande evidência na minha missão de vida. 

Como alguns sabem, já cursei biomedicina, e meu intuito era conseguir estudar a música na neurociência. No percurso me apaixonei por química e genética, mas mesmo assim, apesar desse curso ser incrível, parecia estar muito distante do principal motivo que me move: a música. Decidi então trancar meu curso, investir no blog e tentar um concurso para ter uma estabilidade. Mas, como já é de se imaginar, estudar para concurso consome muito tempo, e foi por isso que este blog esteve desativado. Mas esperem... E a música? Que foi o principal motivo da saída do meu curso inicial? Estava de lado. E eu estava incompleta. 

Fiquei por dois anos estudando em casa, tive algumas aulas de cursinho presencial e outras online. Percebi que aos poucos me isolei do mundo, dos amigos e dos meus sonhos. Minha rotina estava incoerente com a minha idade e estava vivendo uma fase muito depressiva. É inevitável não fazer comparações: eu via meus amigos que se formaram no ensino médio comigo se formando em suas respectivas faculdades. Enquanto isso, eu estava desiludida. Precisava mudar de rota, definitivamente!

Não gosto de conformismo. Não gosto de ficar parada e adiar meus sonhos. Acredito que todos os dias podemos fazer algo para chegar mais perto daquele sonho especial que nos move, mas ao mesmo tempo parece tão distante. Decidi que precisava voltar para a faculdade, para algo que me deixasse mais próxima dos meus objetivos. Mas, se não queria voltar mais para a biomedicina por sentir que sufocava meus sonhos e minha criatividade, qual caminho seguir? O que eu realmente queria com a música?

Foi aí que lembrei desse blog, que sempre levei com todo carinho do mundo, e não devia nunca ter abandonado. Sim, está é a palavra, por mais dolorosa que ela seja de escrever. Por mais que eu pensasse nele todos os dias, o que realmente conta é se ele se encontra em atividade. Neste blog eu sempre trabalhei exatamente com o que sempre sonhei: falar sobre música com liberdade para a minha criatividade, compartilhar meu trabalho com pessoas que também são apaixonadas pelo mesmo assunto e agregar um conteúdo que eu amaria ver, fazer amizades com pessoas que assim como eu RESPIRAM música!

Com o intuito de otimizar este blog optei pelo curso de administração. O mais incrível, não estou me sentindo sufocada, pois este curso explora o lado do empreendedorismo e criatividade. Além da parte financeira, é claro, mas que é algo essencial! Parece que nunca tomei uma decisão tão assertiva na minha vida.

Não acredito em coincidências. Tenho certeza que era para eu ter passado por todo esse tempo de reflexão, para estar aqui agora, e ter tomado essa decisão que já mudou a minha vida da água pro vinho.

Esperei muito tempo para retornar, queria que fosse tudo perfeito, com um layout novo e com o blog todo reformulado. Mas cansei de esperar, já não estava aguentando de tanta saudade e resolvi reativar assim mesmo. Quanto ao layout, novidades estão por vir!


A Fever I Could Sweat Out - Resenha: Show do P!ATD

24 de out de 2014
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Um time para os fanáticos por futebol, um Deus para os religiosos, uma banda pra mim. Tive aquela enorme sensação de frio na barriga quando li que o Panic! at the Disco viria para o Circuito Banco do Brasil. Minha história com o Panic! é puro romantismo e sincronia. Crescemos juntos e muito unidos, jamais saíram do posto de ‘minha banda preferida’ e sempre me deram o que procuro quando ouço música.

Mesmo sabendo que era verdade, tudo parecia tão surreal que eu consegui viver normalmente até o dia 16 de outubro. Li que a banda já estava em solos brasileiros e na mesma hora cancelei qualquer espécie de compromisso das próximas horas e dos próximos dias, em pouco tempo estaria perto dos meus ídolos falando tudo isso e mais um pouco. 

Cheguei em BH às 9 da manhã e fui direto pro Mercure Lourdes, após ser mal recebido pelos funcionários hostis do hotel e convidado a me retirar, esperei lá fora pra ver de longe um Brendon Urie correndo e dando um tchauzinho xoxo pros fãs loucos e explosivos que estavam ali comigo. Aconteceu o que eu previa: coloquei a mão na boca e não tive reação durante alguns minutos... Não entenda isso como uma falta de maturidade, desde pré adolescente eu sonhava em presenciar essa cena e não acreditei, ainda não acredito.



Fiquei meio encorujadinho esperando meus amigos chegarem pra poder surtar sem passar vergonha. Eles chegaram perto da hora de a banda sair. O número de pimpolhos e fangirls desinformados tinha aumentado e todos gritavam e faziam tumulto – o que obviamente não agrada nenhum tipo de segurança. A banda saiu do hotel sem olhar pro lado e entrou na van do evento. Desespero? 

Os meus amigos são em grande parte loucos como eu. Nos conhecemos no Orkut e acabamos mantendo a amizade pelo amor à banda. O Panic! literalmente uniu pessoas dos 4 cantos do Brasil que toparam se juntar e fazerem de tudo para conseguir trocar umas palavrinhas com o Brendon e cia.
Sabe aqueles filmes em que o personagem entra num taxi e ordena “Siga aquele carro” ? Pois bem, foi o que eu e meus amigos fizemos. Seguimos a banda de taxi até o Mineirão, onde seria feita a passagem de som, ou um pocket show particular pros sortudos que estavam no taxi e se depararam com a porta aberta. Por essa, nenhum fã esperava, a banda ali de dia, ela e você, tocando e você olhando de um espaço que nem grade era.
Me recordo de ter intitulado como: ZEREI A VIDA!!! VI O SOUNDCHECK DO PANIC! AT THE DISCO
Fim. 



Não… o começo. O dia do show foi nostálgico, eu tive crises de emo, tive vontade de matar 99% das pessoas que esperavam do meu lado e falavam e se empurravam constantemente... e me desculpe, mas odiei todas as bandas ali presente. 40°, um dia inteiro de fila, uma tarde de esmagamento pra que? Pra realizar o sonho do petit tulio.

Quando a bateria entrou no palco eu já encolhi ali no meio e tive flashes de quando o meu primeiro cd chegou. Aquela felicidade estava acumulada até outro dia, pronta pra virar meu primeiro grito. Desde que acompanho a banda tive inúmeras felicidades, tristezas, lembranças... que ficaram acumuladas na minha cabeça e só conseguiriam sair ali. Me desliguei do mundo exterior, conectei ali no palco pra sentir aquela energia gostosa que não vai conseguir virar uma palavra...

Panic! at the Disco é tudo aquilo que eu já sabia; Me fizeram sair do riso, chegar ao choro, sair do choro e atingir um grau de felicidade que eu jamais havia sentido antes. Achei o show perfeito, por ser o primeiro de todos. Mas analisei que poderiam sim ter tocado mais umas 4 horas pra ficar do jeito que deve ser.  Brendon conseguiu passar a energia que ele tem apesar do desrespeito dos fãs de linkin park que começou logo na primeira apresentação do festival. 

A set list foi muito mais pós-break up do que esperávamos, 20% de A Fever you can’t sweat out, 1% de Pretty. Odd, e todo o resto dos outros cds. Imagino que uma banda dentro de um festival deve ter suas rédeas bem curtas por não ser o headliner, quiseram mostrar o novo trabalho e talvez conquistar um público novo pelo que eles são agora. 



Saí do show encantado, sem voz, sem reação, sem chão, sem roupa e sem pensar que ainda tinha que viajar pra Brasília no dia seguinte pra ver o outro show. Deitei minha cabeça no travesseiro e me lembrei do pequeno Túlio sonhando com esse dia. Foram 3 horinhas de sono e meu instinto fã me fez acordar 5:30am e ir pra Confins. Eram 5 vôos para Brasília na parte da manhã, o meu era o último. Fiquei na sala de embarque com uma amiga esperando a banda passar [sim, tipo aquela música]. Algo me dizia que eu tava no lugar certo e na hora certa.

Voo das 7 nada, voo das 9 nada, voo das 10:30 nada, voo das 11:15 nada... Voo 1084 da Gol às 12:53, era o meu. Adivinha quem fazia o embarque ali naquele momento!? Sim, Panic! at the Disco e seu simpático segurança. Mais uma vez eu estava parado olhando feito bobo e admirando aquilo ali na minha frente.
Tomei coragem e segui os outros 4 fãs que estavam ali...
“Zac can I have a Picture with the band?”
Zac: Group photo, we have no time
Eu: But we’re in the same flight!!
Zac: Ok, group photo, go guys


Túlio treme mais que qualquer coisa… eu nunca soube dizer o tipo de reação que teria quando realizasse algum sonho grande e marcante, a minha reação foi tremer muito. Cheguei perto do Brendon e pedi pra autografar o que estava na minha mão: O diário do primeiro deluxe e todos os certificados de edições especiais e de membership no fã clube. Ele foi super simpático e deu um sorriso “Sure!!” 

Ali parecia que estávamos eu e Brendon no centro de um furacão. Não acreditava naquela conversa:
Eu: You know that I follow you since ever,
Brendon: Wow, thank you guys! Thanks very much!
Eu: You’re an inspiration, this is pretty odd’s, this is a fever’s, this is northern downpour’s [eu perdi a fala e comecei a explicar o óbvio que estava na minha mão].
Eu: You rocked last night
Brendon: Thanks
Eu: And you’re gonna rock tonight!
Brendon: See you there guys, thank you so much. 






Eles sairam correndo na fila do embarque e me deixaram ali sem chão algum segurando os papéis e tremendo. Tinha até esquecido que o meu vôo seria o mesmo que o deles. Na minha cabeça eu acabava de incorporar o William de Almost Famous. Meu sonho estava mais que realizado, minha vida zerada, me senti a pessoa mais sortuda de todo aquele estabelecimento rs. Não foram os autógrafos e nem os poucos minutos de conversa, mas a oportunidade de crescer com a banda desde o início e no auge dos 21 poder dizer o que o guri de 14 queria falar a algum tempo atrás.

Voei ouvindo o Pretty. Odd. A sensação era a seguinte: Túlio, ta ouvindo esses caras? Olha ali na frente!! Eles estão ali na frente, olha ali Túlio, sai das nuvens. TÚLIO VC TA DENTRO DO AVIÃO COM A SUA BANDA PREFERIDA!!!!!!!!  Eu não removi o sorriso até hoje. 
O show de Brasília soou mais tranquilo em relação ao público [que em bh estava em sua maioria impraticável e mal educado]. A mesma setlist, as mesmas falas porém não sei se era eu ou a banda que se sentia mais animado. Mais uma vez a minha banda favorita me tirava do chão, descarreguei ali todas as lágrimas que não saíram no encontro aéreo. Chorei também por não acreditar que eu havia conseguido e deu tudo certo. Pulei, dancei, dancei, cantei, gritei, ri, zoei, comentei, senti... juro que vivi mais intensamente e mais verdadeiramente. 





A conclusão disso tudo se deu quando voltava pra casa. Passava toda a viagem como um filme. Parece pequeno, parece um sonho bobo, mas era um sonho e foi realizado! Até hoje eu não consegui ceder espaço a qualquer outro sentimento. Fica aquele aperto em relação aos amigos de todos os cantos do Brasil, não sei quando nos veremos de novo. Fica um aperto sem tamanho quando lembro de tudo e tento localizar na minha cabeça cada acontecimento.
Agradeço aqui quem fez parte de tudo isso. Sem sombra de dúvidas jamais esquecerei de cada um que esteve comigo nessa viagem [presente ou não].



Wrock

25 de ago de 2014
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Mais um post de Harry Potter aqui no blog! Dessa vez falarei um pouco sobre Wizard Rock (ou Wrock) que é um subgênero do rock que surgiu entre 2002 e 2004 nos Estados Unidos. Bandas de Wizard Rock são caracterizadas por letras e performances relacionadas a Harry Potter. A maioria dos artistas desse gênero são independentes e produzem seu material para a internet. Vários eventos para promover o Wrock são feitos em diversos países, mas infelizmente aqui no Brasil não é algo tão comum. Convido vocês, potterheads, mergulharem nessa nostalgia comigo!

Oliver Boyd and the Remembralls é uma das bandas do gênero, e você pode até mesmo encontrar as cifras de algumas no cifraclub clicando aqui. Inclusive, foi através deste artista que eu conheci o estilo musical.







Draco and The Malfoys é uma banda bem divertida, e como sugere o nome, parece que as letras foram escritas por membros desta família, mas principalmente, pelo Draco.



A youtuber Tessa Violet e a banda Heyhihello fizeram uma música e vídeo do estilo Wrock, que ficou bem produzido e divertido. Assim como as outras músicas, esta também possui um refrão bem chiclete.



Caso tenham gostado, clique aqui para ver uma lista de outras bandas. E se vocês conhecem outras, deixem aqui nos comentários!

Miri Lee

23 de ago de 2014
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Há mais de uma semana não apareço aqui no blog, e devo-lhes desculpas por isso. Mas, a indicação de hoje é tão legal que espero que tenha valido à pena esperar! O post será pequeno, mas a artista que lhes apresento é tão especial que tenho certeza que muito falatório será dispensável.

Miri Lee vem cativando cada vez mais pessoas que visitam seu canal no youtube. A pianista  sul coreana escolhe músicas populares e as executa com perfeição. Tinha apenas 5 anos quando teve sua primeira aula de música, e desde o primeiro momento já demonstrou bastante aptidão. Além de pianista, Miri Lee é harpista e organista. Selecionei algumas das minhas músicas favoritas tocadas por ela, espero que gostem!











Se você gostou, confira o canal da artista clicando aqui.

Resenha: Ed Sheeran +

16 de ago de 2014
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Eu sei que em meu primeiro vídeo eu disse que quando não gosto de algum artista, prefiro não expor muito a minha opinião em respeito a ele. Não é o caso de Ed Sheeran, pois gosto muito de seu trabalho. Mas, quando escrevo música por música em resenha, é necessário que eu seja sincera. Caso contrário, não seria uma resenha, não é mesmo? Lógico que, mesmo dando a minha opinião eu jamais usarei palavras desrespeitosas, pois como eu disse, não quero ofender ninguém, uma vez que respeito e admiro todos os músicos simplesmente por exercer uma profissão tão encantadora. Tenho certeza que os meus leitores entendem o que eu quero dizer, e se você está chegando agora aqui no blog, espero que entenda também!

Mais uma vez, gostaria de frisar que Ed Sheeran é um dos meus artistas favoritos da atualidade. A resenha de hoje foi sugerida pela Renata Grota, há uns dois meses atrás. Espero que, apesar da demora, vocês gostem do post!

The A Team é sobre uma garota de programa, que era uma das melhores de sua classe e em depressão desde seus 18 anos. Uma música triste, emocionante, profunda, com um clipe que conseguiu exprimir bastante sua ideia principal. Lindo violão e voz. Clique aqui para ver o clipe.

Drunk já é mais divertida que a primeira com uma leve pegada country. Esta é sobre uma pessoa com muitas decepções amorosas e que encontra a bebida como solução para encontrar o amor de volta. Não sei como, mas Ed Sheeran conseguiu fazer essa música extremamente fofa! Os gatinhos do clipe colabora bastante para este fato.


É legal a jogada de sons do refrão de UNI, que significa universidade mas soa parecido com "you and I", que está presente no mesmo trecho. Nessa música a ênfase é na voz de Ed. Basicamente, é sobre um término de namoro que se deu devido à entrada em uma universidade, mas o sentimento ainda persiste. Muito legal quando ele começa a cantar rápido!

Grade 8 é mais pop, assim como Drunk. Porém, é muito mais romântica, uma vez que esse amor o faz sentir como na oitava série novamente, época na qual tudo é mais intenso. Bom, até agora essa é a que eu menos gostei.

Wake Me Up é mais uma música calminha e sentimental. Pelo que entendi, me parece a história de um romance platônico e exagerado, percebido através de frases como "I should ink my skin with your name", que significa " Eu deveria tatuar seu nome em minha pele". Bom, eu esperava um pouco mais da música, pois em nenhum momento ela me trouxe nem empolgação nem arrepios.

Em Small Bump já temos um ritmo e violão bem gostoso de ouvir. É uma música mais calma também, mas não chega a ser entediante como a anterior. É aparentemente sobre um pai cantando para o bebê que está prestes a nascer. Estou totalmente apaixonada por essa música!



This é mais calma, assim como a faixa 5. Como instrumental, apenas um violão, e é perceptível bastante sentimento na voz de Ed. É incrível como este artista consegue tranmitir tantas emoções em sua voz aveludada.

Algo no início de The City me lembrou Beautiful Soul de Jesse McCartney! Não me matem com esse cometário! haha É uma música divertida, a voz de Ed é bem agradável mas falta alguma coisa. Não que não seja uma boa faixa, mas não está entre as minhas favoritas. Acho que, apesar do que disse na última frase, tem potencial para ser um single muito bem sucedido, pois tenho certeza que agradou os ouvidos de inúmeros fãs!

Lego House é sem sombra de dúvidas a minha favorita do CD! Rupert Grint aparece no clip e interpreta o personagem de uma maneira muito divertida. Parece que inicialmente o personagem é um sósia de Ed, e vimos que não apenas isso: ele é um fã muito obcecado pelo artista, que o segue, tem vários objetos que remetem ao cantor e até come um chiclete mascado por Sheeran. Ri demais na cena final, onde Rupert aparece abraçado com um boneco de Ed Sheeran com aquela expressão facial que só ele consegue fazer. Pra quem não sabe, ele não é o único do trio principal de Harry Potter a aparecer num clipe musical. Emma e Daniel também fizeram esse tipo de trabalho. Acham que isso merece um post especial?



You Need Me, I Dont Need You é uma faixa bem animada e pop e eu adorei! A letra é bem divertida e eu indico para todos vocês que ainda não a conhecem e curtem esse estilo. O refrão é bem chiclete como toda música pop geralmente tem.

Vale ressaltar que várias das músicas desse álbum tem uma pegada meio country e Kiss Me é uma delas. A música é calma e apaixonante, não foi à toa que faz parte da trilha sonora de The Vampire Diaries. ÓTIMA faixa, como sempre.

Não me julguem, mas Give Me Love foi a música pela qual conheci o trabalho de Ed Sheeran, e tenho certeza que o mesmo ocorreu com muitos de vocês. E não é que deu certo? Esta música é de fato muito boa. Ótima escolha para single, belíssima música, voz impecável. Sim, existem outras que eu gosto mais do que esta, mas este fato não tira a magia de Give Me Love. Antes que me esqueça, a música também faz parte da trilha sonora de TVD. Algo que eu adoro é como a música vai crescendo. Não sei explicar, mas vocês me entendem, né? À propópsito, eu amei o clipe.



Me contem aqui nos comentários o que acharam desse álbum de ED Sheeran!